• Paulo Lídio

Esquadrão Suicida: James Gunn apoia o corte de David Ayer


Apesar do fracasso de críticas, Esquadrão Suicida foi bem na bilheteria e o visual dos personagens ganhou um Oscar (Foto: Warner Bros. / Divulgação)

Apesar do fracasso de críticas, Esquadrão Suicida foi bem na bilheteria e o visual dos personagens ganhou um Oscar (Foto: Warner Bros. / Divulgação)

Agora que a Warner Bros. confirmou que lançará a Liga da Justiça de Zack Snyder em algum momento de 2021, os fãs mudaram seu foco para outro filme. Logo depois que as notícias do Snyder Cut apareceram pela primeira vez, os fãs pediram quase que instantaneamente a David Ayer seu corte de Esquadrão Suicida, outro filme atolado pela má recepção da crítica.

O diretor havia divulgado anteriormente que a versão do filme que chegava aos cinemas era um produto longe do que ele pretendia fazer. Agora, James Gunn, o cineasta que assumiu a franquia de Ayer, apoiou publicamente o movimento "#ReleasetheAyerCut", se a Warner Bros. considerar isso. Em resposta a uma pergunta dos fãs sobre o corte do diretor, Gunn diz que "ficaria bem com o que quer que David Ayer e Warner quisesse lançar sem nenhum problema". Veja abaixo:

Depois que o "Snyder Cut" foi confirmado, Ayer não apenas revelou que seu corte de Esquadrão Suicida existe, mas disse em um tweet que seria relativamente fácil de montar e finalizar. "Meu corte seria fácil de concluir", twittou o diretor. "Seria incrivelmente catártico para mim. É cansativo ser chutado por um filme que recebeu o tratamento de Edward Mãos de Tesoura. O filme que fiz nunca foi visto."

Os tweets da semana passada são muito diferentes do que Ayer alegou no lançamento do filme em 2017, quando sugeriu que o que foi exibido no cinema era a versão do filme que ele pretendia lançar. "Esta parte do filme é a minha parte. Não existe nenhum tipo de versão paralela do universo, o filme lançado é a minha parte", disse Ayer em 2017. "E essa é uma das coisas mais difíceis sobre escrever, fotografar e dirigir um filme, você acaba com esses órfãos e os ama e acha que seriam cenas incríveis e faz essas coisas incríveis, mas o filme é uma ditadura, não uma democracia, e apenas porque algo é legal e carismático não significa que ele sobrevive no corte final. O fluxo do filme é o maior mestre", finalizou.

E você, é a favor da campanha de liberação do corte de David Ayer? Deixe sua opinião abaixo!

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